A operação tem por finalidade apreender notas falsas, equipamentos para falsificação de moeda, cadernetas e aparelhos celulares dos suspeitos que corroboram para comprovar a prática criminosa investigada.

Na ação policiais federais cumpriram 3 (três) mandados de busca e apreensão em endereços de cidadãos suspeitos de falsificar, fabricar ou alterar papel moeda em curso no país e associação criminosa, ilícitos previstos nos artigos 288, 289 e 291 do código penal, além do crime de corrupção de menores, art. 244 B do ECA.

A pena por esses crimes pode chegar a 12 anos de reclusão.

A origem do nome da operação faz referência ao Rei Midas da mitologia grega, famoso por sua ânsia gananciosa.

A Polícia Federal dará continuidade às investigações.

Ressalta-se que a atual pandemia não afetou as ações da instituição nos crimes de sua atribuição e que as diligências policiais foram cumpridas em total observância às normas sanitárias de prevenção ao COVID-19, sobretudo o uso de equipamentos de proteção individual para resguardar a saúde dos policiais e dos investigados.

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