Um cemitério de embarcações. Assim pode ser definida a situação em pontos da orla de Feijó. São barcos, tipo lanchas de pequeno porte abandonados há meses no local.

Segundo informações do Cacique da Aldeia Nova Vida, Edilson Brandão, As embarcações foram construídas na cidade de Cruzeiro do Sul e custaram aos cofres públicos, quase meio milhão de reais. Segundo ele, a empresa que executou os serviços, foi com matérias de péssima qualidade, que as tornaram inviabilizadas para prestarem apoio as comunidades indígenas.     Além prejuízo ao erário público, a população do município também também reclama da poluição visual em uma área que deveria ser um cartão postal da cidade. “Esteticamente fica feio. Nosso contorno beira – rio é a primeira vista que se tem quando munícipes de outras cidades chegam a Feijó, por viam fluvial.

“A população reclama que o espaço para a comunidade utilizar como praia e lazer está sempre ocupadas por embarcações. Outro problema apontado pelos moradores é que, durante o período de cheia, algumas delas ficam submersas e invisíveis oferendo risco à navegação”.

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