Uma criança do sexo masculino que nasceu recentemente no interior do Acre, foi batizada em uma denominação religiosa com nome de Alquingel, uma clara associação à ampla utilização do álcool em gel, na assepsia das mãos para evitar a transmissão do coronavírus. Após o batismo a criança foi levada ao cartório, para o registro de nascimento.

Segundo os relatos de seus genitores, o nome dado a criança gerou polêmica, entre os funcionários do cartório, que se omitiam a expedição da certidão de nascimento. O caso só foi concluído, com a chegada de um Defensor Público, que peticionou, o um pedido de registro com o nome exigido pelo os pais.

A notícia publica, se refere a um fato bizarro, por se tratar de 1° de abril.

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