Quem passa pela Avenida Marechal Deodoro, a principal porta de entrada do município de Feijó, fica intrigado ao ver a usina de asfalto do Departamento Estadual de Estradas de Rodagens, Hidrovias e Infraestrutura do Acre (Deracre), abandonada pelo Governo do Estado

“É uma preocupação para toda a comunidade. O que já foi símbolo de qualidade do material produzido e agilidade na produção. Hoje dá lugar ao mato e à escuridão”, diz o roçador, Sebastião Ferreira. “Não dá para acreditar, que os milhões gastos com essa máquina de asfalto, virem sucatas dar noite para o dia. Uma vergonha para a região”, reforça a aposentada Marisa dos Santos. Durante este tempo, a cidade teve comprometido o serviço de recuperação da malha viária. Atualmente, o asfalto utilizado nesta ação é comprado de fornecedores de outras regiões, Além de não corresponder as condições ideais de nosso solo.

A população considera que o espaço está inoperante e as máquinas estão de baixo de chuva. Os feijoenses acreditam que o Estado poderia realizar a manutenção dos aparelhos e oferecer para a gestão do município a possibilidade de trabalhar na produção de asfalto, com as máquinas que estão paradas e poderiam voltar a funcionar.

“O governo Tião Viana alega crise financeira, como pretexto para não ajudar o prefeito de Feijó, o progressista Kiefer Cavalcante. Por outro lado a população ignora as alegações do governador, já que em outros municípios, onde os prefeitos são do PT, a crise desaparece misteriosamente”.

Para o prefeito Kiefer Cavalcante, Tião Viana deveria ao menos reconhecer a vitória esmagadora obtida na cidade de Feijó, nas últimas eleições para governador. Ao invés de usar argumentos fajutos, quando todos sabem, que os feijoenses, sofrem descriminação de seu governo, por consequência dos resultados negativos obtido na última eleição municipal.

Kiefer cita ainda, que por ser prefeito da sigla do pré-candidato ao governo do Acre Gladson Cameli, Tião Viana breca, todas as possibilidades de parcerias com o município, ao ponto de deixar o maquinário do Deracre virarem sucatas, sem dar satisfação a sociedade. Questiona o prefeito de Feijó  

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