Vanda Milani defende, no Ibama, aperfeiçoamento do Sistema SINAFLOR

A deputada Vanda Milani (SD)-juntamente com o secretário de Estado do Meio Ambiente, Israel Milani, e Adelaide de Fátima Oliveira, presidente da Associação de Indústrias  de Madeira de Manejo  do Estado do Acre – esteve  esta quarta-feira,2,em Brasília, no Ibama(Instituto Brasileiro do Meio Ambiente).Na audiência teve lugar uma ampla discussão e defesa da  legalização e licenciamento do setor produtivo madeireiro, hoje considerado  chave da economia acreana , com mais de 30 indústrias espalhadas em todo Estado e garantidor de mais de 4 mil empregos diretos.

No encontro, foi apresentada ao Ibama uma extensa pauta de reivindicações, com foco principal na constância da operacionalidade do Sistema Nacional de Controle de Origem dos Produtos Florestais-Sinaflor. O objetivo, segundo a parlamentar, é assegurar a possibilidade de funcionamento da plataforma de Documento de Origem Florestal-DOF off-line, para ser usada nos momentos em que a internet dentro da floresta impossibilitar o acesso à plataforma e/ou quando o SINAFLOR estiver inoperante.

A deputada lembrou que o Acre é pioneiro mundial em conservação florestal e vem demonstrando, ao longo dos anos, alto comprometimento com as políticas que visam fomentar a manutenção e ampliação dos serviços ambientais. A meta é, de acordo com Vanda Milani, conseguir a integração dos dados de licenciamento e controle ambiental possível, aperfeiçoando um sistema que atualmente apresenta instabilidade e limitações. A parlamentar fez questão de reiterar que as empresas acreanas trabalham de acordo com os preceitos de sustentabilidade.

SINAFLOR.

Por fim, foram solicitados esclarecimentos ao Ibama sobre quais as ações efetivas estão sendo tomadas para sanar a inoperacionalidade do SINAFLOR e em qual prazo serão implementadas. Por seu lado, o Ibama assegurou que as solicitações apresentadas serão sanadas dentro do menor espaço de tempo possível. Vanda Milani considerou a audiência, “altamente gratificante, garantindo o devido procedimento da matéria-prima e da identidade comprovada de um setor já consolidado. Quem ganha é o setor madeireiro produtivo do Acre”.