Por conta da seca e erosão as encostas do rio Envira, pedaços do Cruz de Ferro – nome do navio que trafegava transportando borracha nas décadas de 40 e 50 -, começaram a parecer em Feijó após ser naufragado.

Cruz de Ferro fazia várias viagens para Belém e Amazonas passando pelo rio Envira para abastecer o município e seus seringais nos tempos em que a borracha representava a grande força econômica acreana.

Cruz de Ferro era um navio grande e chegava à Feijó para abastecer a cidade e comunidades. Na volta, levava centenas de toneladas de borracha do município que, na época, era o maior produtor de borracha do Acre.

O navio chegou a fazer algumas viagens para abastecer de mercadorias e receber a borracha de seringais como Califórnia, Canadá, São Francisco, Novo Porto e Foz do Jurupari.

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